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Estados Unidos e Israel atacam alvos no Irã; Teerã reage com mísseis e drones

Bombardeios atingem várias cidades iranianas; retaliação aciona alertas em Israel e bases militares na região

28/02/2026 às 11h18
Por: Redação
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Estados Unidos e Israel atacam alvos no Irã; Teerã reage com mísseis e drones

Estados Unidos e Israel realizaram um ataque coordenado contra alvos no Irã neste sábado (28), elevando a tensão no Oriente Médio. Em resposta, o governo iraniano lançou mísseis e drones contra território israelense e áreas com presença militar norte-americana.

Autoridades israelenses afirmaram que o líder supremo Ali Khamenei e o presidente Masoud Pezeshkian estariam entre os possíveis alvos. Segundo agências internacionais, os resultados da ofensiva ainda não estão totalmente claros. A mídia estatal iraniana informou que Pezeshkian está em segurança, enquanto o paradeiro de Khamenei não foi divulgado.

Relatos indicam que explosões atingiram áreas em Teerã e em cidades como Isfahan, Qom, Karaj e Kermanshah. O espaço aéreo iraniano foi fechado após os bombardeios. Há também relatos de vítimas civis, mas os números ainda não foram confirmados por fontes independentes.

O Exército israelense declarou ter atingido “centenas de alvos militares”, incluindo lançadores de mísseis. O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que a operação busca impedir o avanço do programa nuclear iraniano. Já o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse que a ação visa eliminar ameaças consideradas existenciais ao país.

Retaliação iraniana
Em resposta, o Irã lançou mísseis e drones contra Israel, acionando sirenes em diversas cidades. Explosões também foram registradas em países como Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Emirados Árabes Unidos, onde há bases militares norte-americanas. Autoridades locais relataram interceptações de projéteis e possíveis vítimas.

Contexto da crise
A ofensiva ocorre após semanas de tensão envolvendo negociações sobre o programa nuclear iraniano. Washington exige restrições ao enriquecimento de urânio, enquanto Teerã afirma que suas atividades têm fins pacíficos.

A nova escalada aumenta o risco de um conflito regional mais amplo, envolvendo potências globais e aliados estratégicos no Oriente Médio. Especialistas avaliam que o cenário pode ter impactos diretos na segurança internacional e nos mercados globais.

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