
A jornalista e empresária Lauristela Guimarães morreu nesta segunda-feira (8), em Cuiabá, após enfrentar um longo tratamento contra o câncer. A morte da comunicadora gerou comoção entre profissionais da imprensa, empresários e amigos em todo o estado.
Lauristela lutava contra a doença há algum tempo e frequentemente compartilhava sua jornada nas redes sociais, relatando desafios e avanços do tratamento. Em junho do ano passado, ela chegou a celebrar vitórias importantes ao superar um câncer de pâncreas e outro diagnóstico relacionado aos linfonodos.
Na ocasião, a jornalista revelou que os médicos haviam informado que o tumor era considerado inoperável. Mesmo diante da gravidade do quadro, ela demonstrou fé e determinação ao longo do tratamento e conseguiu superar aquela fase da doença.
Neste ano, porém, a enfermidade voltou a se agravar e se espalhou para outras partes do corpo. Lauristela precisou ser internada novamente e, devido ao desgaste causado pelo tratamento prolongado, seu organismo ficou debilitado. Durante a internação, ela contraiu uma infecção bacteriana, que levou à confirmação de sua morte.
Com carreira consolidada na comunicação, Lauristela trabalhou por cerca de 15 anos no Grupo Gazeta, onde ganhou destaque principalmente na cobertura policial em Mato Grosso. Ela também atuou como assessora de comunicação da Prefeitura de Cuiabá.
Entre suas iniciativas de maior destaque está a criação da Revista Camalote, publicação lançada em 2007 e voltada ao ecoturismo e ao turismo regional, que conquistou reconhecimento internacional.
Além da atuação no jornalismo, Lauristela também era empresária do setor turístico. Ela foi CEO da pousada boutique Château Camalote, localizada em Chapada dos Guimarães. A jornalista também era formada em Direito.
A trajetória de Lauristela Guimarães deixa uma marca importante na comunicação e no turismo de Mato Grosso, sendo lembrada pela dedicação profissional e pela contribuição ao desenvolvimento da região.
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