O homem responsável por um disparo de arma de fogo que atingiu acidentalmente a própria mãe passou por audiência de custódia e foi liberado pelo Poder Judiciário. O caso foi analisado pela Polícia Judiciária Civil e pela Justiça, que entenderam não haver indícios de dolo na conduta.
De acordo com o delegado Marcos Bruzzi, após a análise dos fatos e dos depoimentos colhidos durante a investigação, a ocorrência foi enquadrada como crime culposo — quando não há intenção de matar. Conforme apurado, diversas pessoas foram ouvidas e os relatos confirmaram que o disparo aconteceu de forma não intencional, sendo tratado como uma fatalidade.
O delegado destacou que, em nenhum momento, os elementos reunidos pela investigação indicaram a intenção do homem de tirar a vida da própria mãe. Diante desse entendimento jurídico, foi determinada a liberação do investigado após decisão judicial.
Apesar disso, Marcos Bruzzi ressaltou que as investigações continuam para o completo esclarecimento das circunstâncias do ocorrido. Ele também enfatizou que, independentemente da tipificação penal, o homem enfrenta uma culpabilidade emocional e moral profunda diante da gravidade do fato e do vínculo familiar com a vítima.
